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ACTUS LEGITIMUS - nº. 17 - Ano I
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Prezado
leitor, estou lhe enviando notícias
jurídicas e diversas da semana. Querendo ser colaborador com o
Informativo ACTUS
LEGITIMUS, poderá enviar matérias, artigos,
peças ou curiosidades do mundo jurídico, que terei imenso prazer em
publicar. Atenciosamente. Bruno
Calil Fonseca
Atualize
Salário dos deputados causa primeiro desgaste do ano entre Câmara e
Senado
A desistência do presidente da Câmara, Severino Cavalcanti
(PP-PE), de colocar em votação o projeto que equipararia os vencimentos dos
congressistas aos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) causou o
primeiro desgaste no relacionamento entre as duas Casas Legislativas. A
interlocutores, Severino teria dito que se sentiu desrespeitado com a postura
do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL),
que vetou ontem a proposta da Câmara de aumentar os salários dos congressistas
por ato administrativo, sem a necessidade de votação em plenário. "Cada um
tem sua maneira de agir, eu ajo respeitando os outros e não agiria como
ele", comentou Severino, que recebeu na tarde desta quinta-feira colegas
do PP para um almoço em sua casa. Partidários e aliados de Severino passaram a manhã
de hoje criticando a postura do presidente do Senado. Segundo os deputados, Calheiros anunciou publicamente seu veto à proposta de
Severino --de aumentar o salário dos congressistas por ato administrativo, sem
a necessidade de colocar a proposta em votação-- sem antes conversar com o
presidente da Câmara. "Acho apenas que o presidente do Senado, antes de
fazer qualquer declaração de aspecto demagógico, deveria ter falado com o
presidente Severino", criticou o deputado Vadão
Gomes (PP-SP), que participou do almoço. "O Renan deveria, logo no início,
ter dito que era contra o aumento. Seria melhor para todos", completou o
deputado Ricardo Barros (PP-PR). Questionado se Calheiros
realmente adotou uma postura de "bonzinho", como acusou o deputado
Ciro Nogueira (PP-PI), responsável por coletar as assinaturas para dar urgência
à votação do aumento dos colegas, Severino disse que o presidente do Senado
"pode precisar disso". "Eu não preciso", ressaltou. Manobra. Ontem, o presidente do STF
(Supremo Tribunal Federal), Nelson Jobim, receoso de que o projeto de aumento
salarial dos ministros do tribunal --de R$ 19,1 mil para R$ 21,5 mil em 2005 e
R$ 24,5 mil em 2006-- perdesse força, a exemplo do que aconteceu com o salário
dos parlamentares, procurou Severino para tentar buscar uma saída para o
reajuste. Jobim propôs que as Mesas diretoras da Câmara e do Senado assinassem
um ato administrativo para elevar imediatamente os vencimentos dos deputados e
senadores de R$ 12,8 mil para R$ 19,1 mil, sem necessidade de apoio do plenário
das Casas. O presidente do Senado procurou líderes de quatro partidos na Casa e
percebeu que seria difícil que a idéia prosperasse. Achou por bem, portanto,
recusar a sugestão. "Eu me recusei a antecipar uma posição sobre o aumento,
mas em todo o momento disse que o Senado não votaria nada que não tivesse
conexão com a realidade do país", afirmou Calheiros.
Apesar da frustração na Câmara, o projeto que eleva o salário dos ministros do
Supremo tramita com urgência constitucional. Ciro Nogueira disse ser favorável
à aprovação da proposta. E Calheiros, que não quis
antecipar a discussão sobre o salário dos parlamentares, já adiantou não ser
contrário ao aumento do salário no STF. "Inicialmente não vejo
problema", disse. Fonte: Jornal
Jurid
TST admite quebra de sigilo bancário como meio de prova
Em decisão unânime, a Seção Especializada em Dissídios
Individuais (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho admitiu como legal a
quebra de sigilo bancário de um ex-funcionário de uma Instituição Financeira
que nega ter recebido, por meio de crédito direto em sua conta-corrente,
valores relativos às licenças-prêmio não usufruídas durante o contrato de
trabalho. Diante da alegação do empregado, que também impugnou outras provas no
mesmo sentido apresentadas pelo banco, o juiz titular
da 13ª Vara do Trabalho de Salvador (BA) determinou a quebra de seu sigilo
bancário como meio de instrução da ação trabalhista. A quebra de sigilo foi confirmada pelo TRT da
Bahia (5ª Região), o que levou o bancário a recorrer ao TST, alegando que a
medida atenta contra seu direito fundamental à privacidade e intimidade. Ao
rejeitar o recurso em mandado de segurança, o Ministro Emmanoel
afirmou que, nesse caso, a quebra do sigilo bancário é perfeitamente
admissível, não se revelando ato imbuído de ilegalidade ou de abuso de poder.
"Efetivamente o sigilo bancário é um direito do cidadão, decorrente da
garantia fundamental da inviolabilidade da intimidade e da vida privada, alçada
constitucionalmente. No entanto, não se trata de um direito
absoluto, intransponível", afirmou. O relator acrescentou que
"o Estado pode, em situação de relevante interesse público e
excepcionalmente, adotar medidas restritivas aos chamados direitos fundamentais,
observados os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade". Na ação
trabalhista, o bancário cobrou, entre outros itens, o pagamento dos dias de
licenças-prêmio não gozados. O pedido foi prontamente impugnado pelo banco. De
acordo com a defesa do banco, todo o período de licença-prêmio não usufruído
foi pago em espécie, sendo os valores creditados diretamente na conta-corrente
do empregado. O banco alegou que, embora mantenha rigoroso controle dos dias de
licença-prêmio usufruídos e dos convertidos em pecúnia, por meio de anotações
contidas na ficha funcional do empregado, tais documentos foram impugnados pelo
empregado, sob o fundamento de que se tratava de prova produzida
unilateralmente, por isso somente a quebra do sigilo bancário poderia comprovar
a realização dos depósitos em conta-corrente. "Cuida-se, pois, de uma das
hipóteses em que o órgão estatal, no caso a Vara do Trabalho, está respaldada
para adotar a restrição ao direito do impetrante, que é parte no processo, face
ao relevante interesse público na busca da verdade real para a composição do
litígio", concluiu o Ministro Emmanoel Pereira.
(ROMS 515/2001-000-05-00) Fonte: SINTESE
Vantagens adquiridas depois da EC 20/98 não contam para
aposentadoria
A 3ª Câmara Cível do TJ/GO entende que o tempo de serviço prestado e todas as
vantagens adquiridas após a publicação da EC 20/98, não podem ser computadas
para a aposentadoria.
Tempo de serviço prestado e todas as vantagens adquiridas
após a publicação da Emenda Constitucional 20/98, de 16 de dezembro de 1998,
não podem ser computadas para a aposentadoria. Com esse entendimento, a 3ª Câmara
Cível do Tribunal de Justiça de Goiás seguiu voto da relatora, desembargadora
Nelma Branco Ferreira Perilo, e negou provimento a
recurso interposto em mandado de segurança impetrado por Clélio
Elias de Oliveira contra ato do chefe do Gabinete Civil da Governadoria,
que negou incorporação de gratificações em seu benefício. Clélio
Elias alegou que, por contar mais de 40 anos de serviços prestados, mais de 30
no exercício de funções estritamente policiais, requereu aposentadoria
voluntariamente, concedida em 6 de maio de 2003 pela Portaria nº 933. Sustentou
ter exercido funções gratificadas e de representação por mais de dez anos
intercalados e por mais de 12 meses consecutivos, recebendo gratificação de
Representação de Superintendente NDS-3, no valor de R$ 2.413,04. No entanto,
foi incorporado gratificação de apenas R$ 65,30, correspondente
à de Encargo de Chefia GEC-2. Ao emitir o voto, Nelma Perilo
argumentou que Clélio Elias implementou tempo de
serviço em 16 de dezembro de 1998, posteriormente à promulgação da EC 20/98, de
15 de dezembro de 1998. Segundo a desembargadora, a Emenda promoveu profundas
modificações no sistema previdenciário. Dessa forma, não é mais possível a incorporação de parcelas que não sejam inerentes ao cargo
efetivo ocupado pelo servidor, a exemplo das gratificações de encargo ou
função. A ementa do acórdão recebeu a seguinte redação: "Mandado de
Segurança. Decadência. Prestação de Trato Sucessivo. Inocorrência. Servidor
Público. Aposentadoria. Substituição de Gratificação de Menor Valor por Outra
de Maior Valor. Impossibilidade. 1. Nas obrigações de trato sucessivo,
envolvendo proventos de aposentadoria, o prazo decadencial para a impetração de
mandado de segurança se renova periodicamente. 2. A EC nº 20/98 não admite a
inclusão, nos proventos de funcionário público, de gratificação de representação
percebida após a sua entrada em vigor. Segurança denegada." (M.S. 12.213-3/101 - 200401490879)." Fonte: InfoBiP
LINKS
- AD DICENDUM
O
Hospital Independência, na capital gaúcha, terá que indenizar Daiane dos S. K.
Após uma simples fratura no
braço, sofreu uma infecção e ficou com o membro mutilado devido ao mau
atendimento. A Terceira Tuma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu
provimento a recurso de Daiane contra o Hospital
Independência, seguindo o entendimento do ministro Carlos Alberto Menezes
Direito, que julgou procedente o pedido condenando o hospital a pagar 600
salários mínimos como reparação de danos morais e pensão vitalícia no valor
equivalente a dois salários mínimos por 13 prestações anuais, como indenização
pelos danos patrimoniais. Fonte: SOLEIS
Câmara
dos Deputados aprova pesquisa com células-tronco
O Plenário da Cãmara dos Deputados
aprovou, com 366 votos contra 59 e 3 abstenções, a permissão de pesquisa e
terapia com células-tronco obtidas de embriões
congelados há três anos. Segundo a Agência Brasil, o projeto de lei de Biossegurança foi aprovado por 352 votos a 60, nesta
quarta-feira (2/3). O texto final, no entanto, ainda depende da votação de três
destaques apresentados pelo PT. Um deles retira parte do poder deliberativo da CTNBio sobre a questão dos transgênicos.
O outro também modifica a qualificação do quórum da CTNBio para deliberação sobre transgênicos,
e o último também quer retirar o poder final da CTNBio
sobre o plantio de transgênicos no país. Os
defensores do projeto terão que reunir 257 votos favoráveis ao texto já
aprovado, para que as mudanças não sejam efetivadas. O presidente da Câmara,
deputado Severino Cavalcanti (PP-PE), cumpriu o que prometeu: colocou a matéria
em votação, mas preferiu se ausentar do plenário para não votar contra ou a
favor. Todos os partidos, à exceção do Prona,
encaminharam a votação favorável à matéria. Embora o presidente do Prona, Enéas Carneiro (SP), tenha sido o único a subir na
tribuna para anunciar que votaria contra a matéria, outros 59 deputados também
se mostraram contra a lei de Biossegurança. Fonte:
ULTIMA
INSTÂNCIA
AD IUDICIA
Correntista indenizada por movimentação de cheques clonados
Em julgamento realizado na tarde de hoje (2/3), a 16ª Câmara
Cível do Tribunal de Justiça condenou o Banco Santander
Meridional S.A. a indenizar cliente por dano moral no valor de R$ 10 mil. A
condenação foi em razão de a instituição financeira ter efetuado registro
irregular da correntista nos órgãos de proteção ao crédito, por devolução de
cheques supostamente clonados. Leia mais
Fonte: ENDIVIDADO
CURIOSIDADE
VOCÊ SABIA? Quais são os pontos mais baixos em cada
continente?
Na África, o ponto mais baixo é o lago Assal em Djibout, 156,0576 metros
abaixo do nível do mar. Na América do Norte, Death Valley na Califórnia situa-se a 85,9536 metros abaixo do
nível do mar. Bahia Blanca na Argentina é o ponto
mais baixo na América do Sul a 42,0624 metros abaixo do nível do mar. O Mar Caspio na Europa situa-se a 28,0416 metros abaixo do nível
do mar, e o ponto mais baixo na Oceania é o lago Eyre
na Austrália a 15,8496 metros abaixo do nível do mar. FONTE: www.libreria.com.br
QUAIS SÃO
OS PONTOS MAIS ALTOS EM CADA CONTINENTE?
O ponto mais alto na América do Sul, Aconcagua,
fica na Argentina e tem 6959,8032 metros. Na América do Norte, Monte Mkinley no Alasca, tem 6193, 536 metros. O Monte kilimanjaro na África tem 5894,832 metros. O ponto mais
alto da Antártida é conhecido com Vinson Massif, com 5140,1472 metros. O Monte Blanc
na Europa fica no Alpes, entre França e Itália com 4807,0008 metros. FONTE: www.libreria.com.br
resposta as suas CURIOSAS dúvidas:
O
buraco da camada de ozônio tem aumentado?
Cientistas reconhecem que um buraco foi desenvolvido na
camada de ozônio, um buraco que vem crescendo desde 1979, porém diminuiu
consideravelmente neste ano, seu tamanho atual é de 15 milhões de quilômetros
quadrados contra 24 milhões nos últimos 6 anos. O buraco está localizado sobre
a Antártida e tem sido responsável pelo aumento do nível de
radiação ultravioleta na Antártida, Austrália e Nova Zelândia. Conforme
o buraco cresce, aumenta a quantidade de luz ultravioleta prejudiciais que
atingem a Terra, causando câncer e problemas nos olhos, e matando colheitas e
micro-organismos no oceano.
O que é um deserto? Deserto é uma área com baixa
incidência de chuvas. Desertos geralmente tem pouca
vida animal devido as condições de seca. Contrário a imagem
popular, desertos não são apenas quentes como o Deserto do Saara, mas
também podem ser áreas frígidas como Antártida, um dos lugares mais secos do
Planeta. FONTE: www.libreria.com.br
Arte
A arte
manifesta os afetos de nossa alma...
Às vezes
trazendo alegria, paz e calma...
Quão
suave é ver uma tela, ouvir música ou ler poesia...
E muitas
vezes o autor morre sem nenhuma apologia
Toda
poesia tem seu verso de início
Falar de
arte pra mim está difícil
Só que
percebo em minha mente certo indício
Já sei!
Falar de arte pra mim é mais que compromisso,
Lembrei
de dois filhos quando eram pequenos
Que
desenhavam como se estivessem escrevendo
Daí eu
fui compreendendo
Que o
dom da arte neles era pleno
Pintaram
telas...
Que para
muitos eram belas,
Aquelas
abstratas eu não compreendia
Aí vi
que a arte não agrada a todos como acontece com a poesia
Agora
meus filhos estão hábeis nas Belas-Artes
Um é
designer e outro tem a arquitetura como estandarte
Que
coisa bela são estes artifícios
Parabéns
a todos que tem a arte como ofício
Deixo
minha homenagem a quem tem habilidade
De expor
seus dons com facilidade
Tanto
nas artes cênicas, na música e nas visuais,
Outras
áreas e aos poetas com seus dons sem iguais
Valeriano Luiz da Silva
Anápolis-Go,
03/03/05
Anápolis Go, 10/10/04
VALERIANOLS@GLOBO.COM
Falta de chuva causa prejuízo de R$ 1,1 bilhão aos produtores do PR
A estiagem que atinge a safra de verão no Paraná já provoca
uma perda de R$ 1,1 bilhão nas receitas do estado, que corresponde a uma quebra
da produção de grãos de 9,46%. A cultura mais prejudicada pela seca – a maior
dos últimos dez anos – é a soja. Com redução até agora de 16,26% na
produtividade, os sojicultores paranaenses amargam
prejuízo de R$ 912,1 milhões. A falta de chuva também afetou as culturas de
milho, feijão e algodão. Segundo o secretário em exercício da Agricultura e
Abastecimento (Seab), Newton Pohl
Ribas, que divulgou ontem os últimos números sobre a quebra da safra paranaense,
o estado estava ansioso pela resposta do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues,
às reivindicações dos produtores. Representantes de entidades paranaenses
solicitaram ao governo federal, na última terça-feira, uma série de medidas
para comercialização da produção, parte delas atendida ontem. Os novos números
de produção divulgados ontem pelo Departamento de Economia Rural da Seab (Deral) indicam que a safra
de grãos em 2005 deverá ficar em 25,5 milhões de toneladas, abaixo das 30,4
milhões projetadas inicialmente e também inferior às
25,9 milhões de toneladas registradas em 2004. Caso não haja chuvas nas
próximas semanas, as perdas serão maiores ainda. A expectativa de produção, em
condições normais, era de que o Paraná colheria 12,4 milhões de toneladas de
soja. Com a estiagem, as últimas previsões indicam uma colheita de 10,4 milhões
de toneladas. As regiões mais atingidas pela falta de chuvas regulares são as
de Francisco Beltrão, com perdas de 45% no plantio de soja; Campo Mourão, com 22,23%;
Toledo, 16,4%; Cascavel, 13,2% e Jacarezinho (município de Cambará), com 12,7%.
No núcleo de Francisco Beltrão, 25 municípios decretaram estado de emergência e
não há qualquer previsão de chuva até terça-feira da próxima semana. Ainda de
acordo com os técnicos do Deral, regiões altamente
produtivas, como Ponta Grossa, também registram queda na produção em torno de
7%; Cornélio Procópio 10%, e Maringá, 15%. No caso do milho normal, a previsão
inicial era de uma colheita de 7,16 milhões de toneladas. Depois de mais de 30
dias sem chuvas, as estimativas são de uma produção de 6,883 milhões de toneladas,
com perda de 3,9%. Já o milho safrinha apresentará uma
área de 1 milhão de hectares, 10% inferior à plantada em 2004. No mercado brasileiro,
já se cogita o desabastecimento de milho no segundo semestre do ano. “No
Paraná, maior produtor nacional, não há qualquer risco de que este produto
venha a faltar, mas certamente os preços serão elevados”, prevê o técnico do Deral, Otmar Hübner.
Em termos financeiros, com a quebra na produção de soja, as perdas com esta
cultura devem chegar R$ 912,1 milhões, enquanto que a diminuição
da receita com o milho chegará a R$ 63 milhões, na safra normal, e R$ 7
milhões com a safrinha. O prejuízo com o feijão deverá ficar
em torno de R$ 27,4 milhões, com queda na produção de 12,6%, e no algodão, a
perda chegará a R$ 20 milhões, com 18,5% a menos. Outras culturas, como batata
da seca, arroz sequeiro, soja safrinha e amendoim, também tiveram quebra de produção
e perdas monetárias. Fonte: AMBIENTE
BRASIL
CURIOSIDADES
DA TERRA
Titanic é recordista nas
telas
O tragédia do Titanic é a campeã
de recordes da história do cinema. Sem contar documentários de curta duração, é
o naufrágio que, desde 1915, mais vezes foi às telas em filmes de longa
metragem. Seriam 25, não tivessem as empresas de navegação britânicas
impedido Alfred Hitchcock de filmar o seu "Titanic"
em 1939. Fonte: Terra
Internet
Coisas INTERESSANTES
EU??? EU SOU LADRÃO!!!
Há algum tempo, lá estava eu no Fórum de
Araçatuba, aguardando o interrogatório de meu cliente, que havia furtado um
toca-fitas de um veículo. Depois de prepará-lo contra as perguntas do juiz,
sabendo que era o momento de negar seus atos, pois havia vaga
menção à autoria, apenas indícios, foi apregoada a "santa" audiência.
Quando ingressamos na sala, notei que o magistrado estava presidindo outros
dois interrogatórios, o de um sujeito incriminado em tentativa de estupro e
outro por ter causado lesões corporais em sua esposa. O juiz, dirigindo-se ao
que havia agredido a esposa, indagou: "Consta da denúncia que o senhor
furtou um toca-fitas, é verdade?". E o sujeito revidou: "Não roubei
nada, seu dotô. Só dei um cola-brinco." Fixando seus
olhos felinos em meu cliente, o juiz perguntou: "E aí, rapaz, por quê
estuprou a moça?". Meu cliente, ligeiro, temeroso da famosa "lei dos
presídios" em casos dessa natureza, lascou: "Eu sou o ladrão, eu sou
o ladrão!!!". Perdi a causa em
razão da confissão espontânea e da "confusão" do Juiz. Extraído: O Neófito
FRASE
DA SEMANA:
Caminhar
sem rumo é no mínimo saudável.
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