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ACTUS LEGITIMUS - nº. 30 - Ano I
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Prezado
leitor, estou lhe enviando notícias jurídicas e diversas da semana.
Querendo ser colaborador com o Informativo ACTUS LEGITIMUS, poderá enviar matérias, artigos, peças ou curiosidades do
mundo jurídico, que terei imenso prazer em publicar. Atenciosamente. Bruno
Calil Fonseca
Atualize SEGUNDA-feira, 6 de JUNHO de 2005
AGORA TRATORAÇO VAI SER EM
BRASÍLIA
Depois da mobilização da última
terça-feira, produtores rurais decidem ir a Brasília cobrar solução para crise
da agricultura.
Goiânia/GO
- A inércia do governo, dois dias após o movimento nacional dos produtores
rurais, levou o setor a se definir por um tratoraço
com destino a Brasília. A decisão foi anunciada, ontem, pelo presidente da
Federação da Agricultura (Faeg), Macel
Caixeta, durante coletiva em que apresentou o balanço da mobilização do dia 31
em Goiás. “Não temos outra alternativa senão seguir
para Brasília, pois qualquer solução para a crise da agricultura
necessariamente terá que partir de lá”, diz. Conforme Macel
Caixeta, a proposta de muitos produtores goianos é de que se levem para
Brasília as máquinas novas para que sejam entregues ao governo, visto que são
em sua maioria financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) ou pelo Banco do Brasil, com recursos do Fundo Constitucional do
Centro-Oeste (FCO). Segundo ele, o argumento dos produtores é de que se não
conseguem pagar os financiamentos de custeio, muito menos terão como liquidar
os débitos de investimentos. Balanço.
De acordo com os presidente da Faeg,
levantamentos preliminares da entidade indicam que cerca de 100 municípios
goianos realizaram manifestações no dia 31, mobilizando mais de 100 mil pessoas
e aproximadamente 20 mil máquinas. “Graças a grande cobertura da imprensa e o
apoio decisivo da sociedade, o movimento superou todas as expectativas,
demonstrando que todos entenderam que o problema não é só dos produtores”, diz Macel Caixeta, para quem a vida nas cidades do interior já
dá visíveis sinais de que a crise chega ao meio urbano. De acordo com o
presidente da Faeg, a liberação de R$ 1 bilhão
anunciada ontem pelo governo federal em nada muda a situação dos produtores
goianos, pois o dinheiro está carimbado para as áreas da Região Sul, onde as
lavouras se perderam devido a estiagem. “Diante disso,
estamos propondo uma frente ampla de todos os Estados não-beneficiados, para
que juntos possamos continuar pressionando o governo pelo alongamento das
dívidas, por mudanças na política cambial, por apoio à comercialização da safra
e pela implementação do seguro agrícola”, diz o
dirigente da Faeg. Macel
Caixeta informou que pediu a colaboração do governador Marconi Perillo para articular os Estados produtores que não
contarão com os recursos anunciados pelo governo federal. “Como sempre, a
resposta do governador foi imediata de total apoio aos produtores, o que vai
nos assegurar os necessários contatos com os meios políticos desses Estados”,
diz Macel Caixeta, que promete para a próxima semana
uma definição em relação à data do “tratoraço”. Hoje,
segundo ele, os sindicatos rurais realizam assembléias para discutir o assunto
e na próxima segunda-feira os dirigentes se encontram na Faeg
para fechar uma proposta de Goiás para o movimento. Fonte: InfoBiP
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO
GROSSO DO SUL
Processos de mudança de nomes esdrúxulos
ainda aparecem na Justiça
Iron Maden,
Orrivel, Golda Mei. Pode parecer um
contra-senso, mas alguns destes vocativos são nomes próprios e não apelidos de
brasileiros. Num período de 6 anos tramitaram na 1ª
Vara de Fazenda e Registros Públicos três processos de retificação de nomes
esdrúxulos, segundo informações do Juiz Nélio Stábile.
Mas por outro lado, os casos de alteração de letras, erros de grafia ou
pequenas correções são mais comuns e somam cerca de 2
mil nas Varas da Capital. Os casos de tentativa de registro de nomes esdrúxulos
diminuíram muito nos últimos anos, lembra a tabeliã do 1º Serviço Notarial e de
Registro Civil, Cíntia Santos Pereira. "O que mais tem aparecido
atualmente é gente que quer ter o nome de artista de novela", ressalta.
Ela lembra que quando se depara com um nome estranho tem o cuidado de
questionar os pais sobre o significado e, caso não ache conveniente, encaminha
um requerimento onde suscita dúvida ao juiz diretor do Foro da Comarca, e
somente depois de autorizado ela efetua o registro. "Na maioria desses
casos, a pessoa tirou o nome da Bíblia ou de uma língua estrangeira",
informa a tabeliã. A jornalista Débora Alves pretende se casar com o noivo
Sérgio Cabrita. Ela irá acrescentar o "Cabrita"
ao seu sobrenome por não lhe causar transtornos sociais. Mas muitos outros
casos nessa enorme quantidade de processos são os pedidos de mudança de
sobrenome. Nos processos de retificação de prenome a lei só permite a alteração
caso seja esdrúxulo. Um exemplo de alteração de primeiro nome é de José
Botelho, servidor do TJMS, de 40 anos, ele tem o nome atual há 10. "Meu
nome era Creuzo José Botelho e apenas suprimi o
primeiro prenome", ressalta. Ele conta que, na época, o oficial de
registro não entendeu que a intenção da família era dar-lhe o nome Crécio e registrou Creuzo, o que
causava dúvida em documentos oficiais onde constantemente era chamado de Creuza. O registro de nascimento é gratuito e deve ser
feito logo após o nascimento, embora não tenha nada na lei que exija que o pai
vá ao cartório, imediatamente após o nascimento da criança. Fonte: SINTESE
DIA DO TRABALHADOR RURAL
A lei no 5.889, de 8
de junho de 1973, que "Estatui normas reguladoras do trabalho rural em seu
artigo: "Art. 3o
Para os efeitos desta Lei, considera-se empregador rural: I – a
pessoa física ou jurídica, proprietária ou não, que explore atividade agro-econômica, em caráter permanente ou temporário,
diretamente ou por intermédio de prepostos e com o auxílio de empregados;
II – a união de produtores rurais, pessoas físicas, mediante
ajuste escrito, com a finalidade de contratar trabalhadores rurais para
prestação de serviços exclusivamente aos seus integrantes. Nem todos têm o
privilégio de ver o por do sol, o arrebol de um novo dia, iluminando os campos,
pastos e matas ciliares: encantar-se com o gorjeio dos pássaros saudando um
novo dia, verem a terra bebendo a água da chuva para depois, em agradecimento,
retribuir com flores, frutos e alimentos. Nem todos têm o privilégio de sentir
o cheiro do mato, respirar com pureza, entender a linguagem silenciosa do
campo, sentir na pele curtida a força mágica da natureza e na alma a presença
do Criador. Nem todos têm estes privilégios, porque são dádivas reservadas para
você com exclusividade - Trabalhador do campo, lavrador, bóia-fria,
companheiro, braçal, apanhador de goiabas, tomate,
milho, feijão enfim dos produtos da agricultura, que vão nos dar a fartura de
nossa mesa do dia a dia. É a recompensa pela luta, pelo seu trabalho heróico,
dedicado e pelo seu amor a terra e a sua produção. Dia 25 de maio comemora-se o Dia do Trabalhador Rural um dia especial, que
significa a força do trabalho a força da produção a força de um Brasil maior.
Neste dia 25 de maio acreditamos mesmo, que a sua força seja a certeza de muito
rápido sejamos o celeiro do mundo na produção de grãos e carne. Que a misericórdia de Deus acompanhe os seus
passos, os passos de seus filhos e de toda a sua família, e que unidos, vivam
em paz, felicidade e com bastante fartura. Obrigado a você trabalhador rural. MARIA DO SOCORRO CORDEIRO TOLÊDO E COSTA –
Professora Socorro, vereadora pelo Partido Social Cristão PSC de Itaberaí-GO.
STJ RECONHECE O "FICAR" COMO
INDÍCIO DE PATERNIDADE
Em decisão inédita, a
Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com base em voto da
presidenta do colegiado, ministra Nancy Andrighi,
definiu que, mesmo a mera relação fugaz, o hábito moderno denominado pelos
adolescentes de "ficar", pode servir como indício suficiente para
caracterizar a alegada paternidade. E, por entender que basta a prova de
relacionamento casual existente entre a mãe e o investigado, juntamente com os
outros indícios colhidos no processo, como a recusa sistemática do pretenso pai
em se submeter ao exame de DNA, a Turma acolheu recurso do menor L. F. da S.
L., de Porto Velho (RO), para garantir a retificação de seu nome no cartório de
registro civil, para que seja reconhecido como filho do comerciante B. D. de P. O menor impúbere L.
F. da S. L. entrou na Justiça
LINKS - AD DICENDUM
VÍTIMA DE ESTUPRO NO REGIME
MILITAR DEVE RECEBER R$ 100 MIL
O
Diário de Justiça da União (DJU) publicou no dia 01/06/05 decisão da 3ª Turma
do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região que confirma o pagamento de
indenização de R$ 100 mil por danos morais a uma mulher que foi vítima de
estupro durante o período do regime militar instaurado no Brasil em 1964. Filha
de um líder partidário da oposição, ela tinha 16 anos quando foi violentada por
um soldado do Exército na propriedade da família, ocupada por militares que
queriam capturar seu pai. A condenação, imposta à União, foi determinada pela
Justiça Federal de Cascavel (PR). J.A., hoje com mais de 50 anos, ingressou com
a ação em 2002. O crime teria sido cometido durante o movimento do chamado
“Grupo dos
AD IUDICIA
AÇÃO MIRABOLANTE PARA COMPRAR
UM ALFA ROMEO NOVO POR US$ 59
Já
imaginou comprar um automóvel Alfa Romeo, importado, zero km, pagando ínfimos
US$ 59,30 ? Pois esta tese foi desenvolvida em Juízo
pelo professor Jorge Alencastro de Oliveira Junior. No dia 2 de setembro, na
página de Indicadores, do caderno “Sobre Rodas”, do jornal Zero Hora, logo após
um discreto anúncio da revenda San Marino, Alencastro
flagrou - debaixo de um apelo publicitário (“Invista em sua auto-estima”) - a
cotação para venda de um Alfa Romeo ano 2004: US$ 59,30. Isto mesmo: cinqüenta
e nove dólares norte-americanos e 30 cents, equivalendo,
na época, a R$ 171,97. No dia seguinte, o consumidor notificou
administrativamente a San Marino Veículos Ltda. da
sua proposta de compra, formulando a exigência de que - com base no Código do
Consumidor - o bem lhe fosse vendido. No
dia 27 do mesmo mês, a San Marino respondeu
sinteticamente com dois argumentos: a) “Nossa empresa não é responsável pelas
publicações mencionadas, mas a exemplo das demais concessionárias de veículos
que também figuram no anúncio, é mera anunciante”; b) “O valor estabelecido no
quadro de preços deve ser lido em milhar, ou seja, multiplicado por mil,
conforme disposto no explicativo (*), situado na parte superior à esquerda das
reportagens”. Em 14 de outubro, começou
a pendenga judicial. O advogado Luiz Niuton de
Albuquerque, em longas 25 laudas, propôs - em nome de Jorge Alencastro - uma
“ação de cumprimento de obrigação com pedido de tutela antecipada”. Narrou os
fatos, fez digressões doutrinárias e “exigiu o cumprimento forçado da
obrigação”. Esta consistiria “na venda, para o autor, de um automóvel da marca
Alfa Romeo, modelo 166, 3.0 V6, ano 2004, zero km, importado (Itália), cor azul
metálico ou qualquer outra cor, caso esteja em falta a
cor supracitada, no valor financeiro de US$
BANCO É RESPONSABILIZADO POR
CONTA-CORRENTE ABERTA COM ASSINATURA FALSA
Havendo
parecer de perito afirmando a falsidade de assinatura constante na abertura de
conta-corrente, aliado à ausência de comunicação prévia à inscrição do nome do
titular da conta em cadastro restritivo de crédito, resulta necessária a
indenização. Assim avaliou o Desembargador Alexandre Mussoi
Moreira, relator de apelação desprovida pela 17ª Câmara Cível do TJRS, ao
confirmar sentença proferida pelo juízo da Comarca de Seberi,
que garantiu indenização por danos morais a correntista do Unibanco. Em 1º
Grau, tratou-se de ação declaratória de inexistência de relação jurídica,
conjunta com ação de indenização por danos morais, ajuizada por pessoa que teve
conta no Unibanco aberta em seu nome de maneira fraudulenta. O autor teve seu
pleito atendido, ficando a indenização por danos morais fixada em 100 salários
mínimos, corrigida pelo IGP-M a partir da inscrição no Serasa
e com juros de 1% ao mês a contar da citação. Na apelação, o réu argumentou que
o próprio correntista depôs serem originais os
documentos usados na abertura da conta, o que evidencia haver culpa do
demandante, ou por descuido, ou por conluio. Disse também ser vítima da fraude,
pois sofreu grande prejuízo. Quanto à inscrição no Serasa,
afirmou estar superada, visto que procedeu ao seu
cancelamento tão logo apresentada medida cautelar de exibição de
documentos, tendo se configurado somente mero constrangimento ao autor.
Requereu a redução do valor fixado a título de danos morais para um máximo de
R$ 2.352,08, que era o saldo devedor da conta. Em seu voto, o relator apontou
que “o fato de a assinatura aposta no contrato ser inautêntica,
desobriga aquele que teve a mesma falsificada”, acrescentando não ter sido
questionada a alegação de falsidade. Observou que a
suposição de conluio entre autor e fraudador cabia ao banco provar, o que não
aconteceu. “Não há como se afastar o dever de indenizar do apelante”, declarou,
antes de aludir a jurisprudência que estabelece indenização por dano moral nos
casos de inclusão de nome em cadastro restritivo de crédito sem prévia
comunicação. Reforçou a idéia asseverando que o dano moral prescinde de prova,
pois se origina na existência da ofensa. Por fim, o magistrado ressaltou o
caráter reparatório e repressor da indenização, e manteve o valor estipulado em
1º Grau. Os Desembargadores Jorge Luís Dall’Agnol e Elaine Harzheim Macedo acompanharam o voto do relator. A sessão de
julgamento ocorreu em 31/5. Proc. 70010636116 (Inácio
do Canto). Fonte: ENDIVIDADO
FORTALEZA
- (CE)
É
preciso muita destreza pra falar de Fortaleza
Pra
não deixar a desejar, precisas conhecê-la com firmeza,
Por
isso peço ao leitor para não reparar
Vou
falar só um pouquinho da Capital do Ceará
Todas
as vezes que lá estive alguma marca em mim ficou
Lembro
das lindas jangadas, do brilho do sol e a noite iluminada,
Lembro
dos seus lindos coqueiros
E
de seu povo hospitaleiro
Quando
passei em Macejana alguém veio me contar
Foi
aqui onde nasceu José de Alencar
Da
história de Iracema eu vim a lembrar
Percebi
que grandes homens saíram do Ceará
Em
Fortaleza tem uma coisa que chama muito a atenção
Um
Monumento ao General Tibúrcio chamada Praça dos Leões
Tem
a antiga Cadeia Pública e a Barra do Ceará
O
Cine São Luiz e a Casa José de Alencar
Ponte
Metálica, ponte dos Ingleses e Praça Coração de Jesus,
Antiga
Alfândega, Mercado Central e Palácio da Luz,
Catedral
Metropolitana e a Antiga Escola Normal
Com
o nome de Dragão do Mar está o Centro Cultural
Praça
do Ferreira, Praça dos Mártires e a Igreja do Rosário,
Estoril,
Praça José de Alencar e a Estação Ferroviária,
Teatro
São José e Forte de Nossa Senhora de Assunção
Estátua
de Iracema, Teatro José de Alencar e o Museu do Som,
Em
13 de Abril de mil setecentos e vinte e seis, fortaleza veio-se instalar,
Com
os atributos reais de promover o aumento da Capitania do Ceará
Pra
defender o povo e a justiça administrar
E
do bem comum ela iria cuidar
Por
suas nuances tropicais e vocação hospitaleira
Tornou
berço esplêndido de cearenses e outros brasileiros
Pra
inspirar poetas e artistas ali virou um celeiro
Com
a beleza de suas praias atrai turistas do mundo inteiro
Vou
citar apenas algumas das praias que tem por lá:
Praia
de Abreulândia e Praia da Barra do Ceará
Praia
do Futuro com infra -estrutura lá está
A
Praia de Mucuípe, você vai muito agradar,
A
Praia do Meireles também na Avenida Beira Mar
Pra
saber mais de Fortaleza tem que lá visitar
Vá
tomar água de coco e sentir muito calor
Dizem
que Fortaleza é filha do sol, do mar e do amor.
Valeriano
Luiz da Silva
Anápolis-Go
JAPÃO FAZ CAMPANHA CONTRA
TERNO PARA COMBATER EFEITO ESTUFA
A
intenção é reduzir o uso de ar-condicionado, em uma tentativa de diminuir e
consumo de energia e a emissão dos gases que provocam o efeito estufa. A
temperatura e a sensação de umidade chegam a níveis muito altos nos próximos
três meses nas cidades japonesas, provocando o uso intenso de ar-condicionado.
O Japão, neste momento, está bem aquém de cumprir suas metas no Protocolo de Kyoto e o governo espera conseguir melhorar seu desempenho
com a nova campanha. Sabendo da resistência dos japoneses a se vestir de forma
mais informa – muitos dizem que sentem muito desconfortáveis sem a formalidade
dos ternos –, o governo decidiu lançar a campanha e convocar tanto políticos
como altos executivos a lançar a moda a moda, batizada de cool
biz. A partir deste mês os ministros do governo devem
adotar um visual mais casual, usando camisas de botões com colarinho. Os
parlamentares também foram convidados a deixar o terno em casa na maioria das
sessões. Mas há um precedente desencorajador para a
iniciativa - em 1994 o então primeiro-ministro Tsutomu
Hata criou a roupa que batizou de "terno para
economizar energia", que consistia em um paletó com as mangas cortadas na
altura do cotovelo. Poucas pessoas seguiram o exemplo, e o governo de Hata durou apenas 64 dias. Fonte: AMBIENTE BRASIL
JOGADOR ALEMÃO MANTEVE O
TÍTULO DE CAMPEÃO MUNDIAL DE XADREZ POR 27 ANOS
O
campeão mundial de xadrez que mais tempo manteve o título foi Emanuel Lasker, nascido
FRASE DA
SEMANA:
Existem
dias longos demais e são os de angustias e existem dias curtos demais e sãos os
agradabilíssimos.
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