Advocacia Geral

Bruno Calil Fonseca

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ACTUS LEGITIMUS - nº. 41 - Ano I

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Prezado leitor, estou lhe enviando notícias jurídicas e diversas da semana.  Querendo ser colaborador com o Informativo ACTUS LEGITIMUS, poderá enviar matérias, artigos, peças ou curiosidades do mundo jurídico, que terei imenso prazer em publicar.  Atenciosamente. Bruno Calil Fonseca


Atualize SEGUNDA-feira, 22 de AGOSTO de 2005

 

GESTÃO. IMPOSTO ECOLÓGICO

Secretaria quer repassar 5% do ICMS a municípios com programas ambientais.

 

Goiânia/GO - A conversão de multas em prestação de serviços, recuperação, preservação e melhoria do meio ambiente e a criação do ICMS Ecológico foram temas de debate realizado ontem na Sala Solon Amaral, na Assembléia Legislativa de Goiás. O secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Aldo Rebelo, afirma que, ao contrário do que possa parecer, a proposta não representa a criação de um novo imposto. “A população não pagará mais um imposto. O que estamos propondo é apenas uma nova redistribuição do que é arrecadado pelo ICMS no Estado”. De acordo com Rebelo, 5% do total repassado atualmente aos municípios goianos serão destinados àqueles que apresentarem as melhores contribuições para o meio ambiente, como, por exemplo, coleta seletiva de lixo e programas de recuperação de áreas degradadas. O projeto do ICMS ecológico está em fase final de avaliação e será apreciado pelo governador Marconi Perillo e posteriormente pela Assembléia Legislativa. A compensação contemplada pelo imposto já é realidade em dez Estados brasileiros e está em debate em outros sete, entre eles, Goiás. A audiência pública realizada ontem contou com a presença de autoridades da área ambiental e representantes de cidades do interior do Estado, como seis vereadores de Alto Paraíso de Goiás, a 421 km de Goiânia. O presidente da Comissão do Meio Ambiente da Câmara da cidade, vereador Dada (PV), vê com bons olhos a proposta. “Não temos recursos para viabilizar projetos ambientais. Queremos a aprovação imediata do ICMS ecológico.” Controvérsia – O enfoque da audiência foi a aplicação da Lei 9.605/98, que permite mudança no destino desses recursos. A exposição do assunto ficou por conta de Andréa Vulcanis, que é procuradora jurídica da Gerência Executiva do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais do Paraná (Ibama/PR). O Estado em questão foi o primeiro a utilizar o dispositivo de conversão de multas no Brasil. Desde 2002, toda infração é compensada por contribuição financeira ou prestação de serviços que visem a preservar ou reparar danos ambientais. Esse dispositivo gerou controvérsias, especialmente porque houve benefícios para a conservação das instalações do Ibama. A polêmica chegou ao Tribunal de Contas da União (TCU), que julgou a acusação de improbidade administrativa. O Instituto foi isentado de culpa na decisão final dada pelo TCU. “Conseguimos provar que o instrumento usado pelo Ibama é legítimo”, comemora a procuradora jurídica. “A nossa avaliação sobre a conversão de multas é fantástica, tanto do ponto de vista da conscientização ambiental, porque a população sabe onde o recurso está sendo aplicado, quanto do ponto de vista institucional, porque nossa arrecadação aumentou.” Fonte: InfoBiP

 

MUNICÍPIOS TERÃO 6 MILHÕES DE REAIS PARA PLANOS DIRETORES

 

O governador Marconi Perillo e 91 prefeitos goianos assinaram recentemente, convênio para a implantação dos planos diretores municipais, na Cidade de Goiás. Antes da solenidade, no Teatro São Joaquim, o secretário de Cidades, Ademir Menezes, apresentou aos 91 prefeitos o Plano de Trabalho, que define as responsabilidades de cada prefeitura e do governo do Estado, que vai liberar 6 milhões de reais para investimentos na estruturação dos planos.

 

APOSENTADORIA ESPONTÂNEA NÃO EXTINGUE O CONTRATO DE TRABALHO, DIZ SUPREMO

 

A Primeira Turma do Supremo deu provimento por maioria a Recurso Extraordinário (RE 449420) de servidora pública demitida após se aposentar pelo regime geral de previdência social. Inconformada, a servidora requereu, em ação trabalhista, sua readmissão ou indenização, além de danos morais. O relator do RE, Ministro Sepúlveda Pertence, citou precedentes do Supremo que entendem que a lei previdenciária não exige mais o desligamento do servidor para a concessão da aposentadoria. Nesse sentido, afirmou que a demissão da servidora ofende o inciso I, do artigo 7º da Constituição Federal que confere proteção aos trabalhadores contra a despedida arbitrária. Sepúlveda Pertence disse que também deve ser afastada a interpretação dada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao artigo 453 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que chegou a editar orientação jurisprudencial (OJ-SDI 177) sobre o assunto. Segundo Pertence, o termo readmitido (previsto no caput do artigo 453 da CLT) pressupõe que o anterior contrato de trabalho foi extinto, no entanto, isso não implica dizer que a aposentadoria espontânea resulte necessariamente no fim do contrato de trabalho. “Só haveria readmissão quando o trabalhador aposentado tivesse encerrado a relação anterior de trabalho e, posteriormente, iniciado outra. Caso haja a continuidade do trabalho, mesmo após a aposentadoria espontânea, não se pode falar em extinção do contrato de trabalho e, portanto, em readmissão”, explicou o relator. Pertence decidiu devolver os autos ao TST para que prossiga no julgamento do caso (pendente de recurso) e foi acompanhado pelos demais ministros da Primeira Turma, vencido o Ministro Marco Aurélio. Fonte: SINTESE    

 

SENADO APROVA PROJETO DE MINIRREFORMA ELEITORAL

  

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o substitutivo do senador José Jorge (PFL-PE) ao projeto do senador Jorge Bornhausen (PFL-SC) que promove uma minirreforma eleitoral. A proposta tem o objetivo de reduzir os custos das campanhas eleitorais, dar maior transparência aos financiamentos e aumentar as penas para quem cometer irregularidades. O relator do projeto, José Jorge (PFL-PE), sugere a proibição de “showmícios”, de doação de brindes, a redução do tempo da propaganda eleitoral, redução do tempo de campanha de 90 para 60 dias e o horário eleitoral gratuito de rádio e TV de 45 para 35 dias. No total, são cerca de 40 emendas. O projeto prevê o fim das superproduções nos programas de TV, com veto à captação de imagens externas. Os programas terão que ser gravados em estúdio e deles só poderão participar o candidato e filiados ao partido. Ficam proibidas as gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais. A minireforma limita a R$ 75 mil o valor de doação de pessoas físicas para candidato ou partido. Empresas só poderiam doar até R$ 250 mil. Pessoas jurídicas sem fins lucrativos, organizações não-governamentais e sociedades beneficentes e esportivas seriam proibidas de ajudar candidatos. O texto estabelece ainda que os partidos, coligados ou não, serão obrigados a publicar diariamente na internet o relatório de recursos em dinheiro doados para campanha. Aqueles que desobedecerem as regras dos programas serão punidos com a suspensão do horário eleitoral gratuito por dez dias. Perguntado se as novas regras não tornarão a campanha do próxima ano "chata", o relator do projeto, José Jorge (PFL-PE), foi direto: "A campanha vai ficar chata mas mais honesta". Para o líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), "chato é ver o país envolvido em caixa 2", referindo-se às recentes revelações de utilização de caixa dois pelo PT nas campanhas de 2002 e 2004 e pelo PSDB, em Minas Gerais, em 1998. Pelo regimento do Senado, os parlamentares têm cinco dias úteis para apresentar recurso que obrigue a votação do projeto de lei pelo plenário. Jorge disse que está sendo feita uma negociação com os demais senadores para que isso não ocorra, já que a matéria ainda tem que ser votada pela Câmara. Se não houver votação no plenário, o projeto vai diretamente para a CCJ da Câmara. Para serem válidas nas eleições de 2006, as novas regras têm que ser aprovadas até 30 de setembro. Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO

 

DECISÃO MANTÉM CÂMERAS EM BANCOS 24 HORAS

 

Os Bancos 24 horas do Distrito Federal terão de manter circuito fechado de câmeras de filmagem. O Conselho Especial do TJDFT decidiu negar Mandado de Segurança impetrado pela Febraban - Federação Brasileira das Associações de Bancos. No pedido, a entidade alegou que a Lei Distrital 2.456/99 violou direito líquido e certo das instituições bancárias e invadiu competência federal em matéria legislativa. A decisão foi unânime. De acordo com a Febraban, a Lei da Câmara Legislativa violou princípio constitucional que reserva ao Congresso, mediante sanção do Presidente da República, a competência para legislar a respeito de instituições bancárias. Para argumentar, a defesa citou os artigos 48 da Constituição de 88. Além disso, afirmou que uma Lei Federal, a 7102/83, já tratou de assunto semelhante, havendo, assim, repetição desnecessária. O Conselho Especial discordou do entendimento da Federação representante dos bancos brasileiros. Para os Desembargadores, a Lei Distrital não trata de matéria "cambial, monetária, instituições financeiras e suas operações", como diz a Carta Constitucional de 88. A legislação local limita-se tão somente a estabelecer regras para a segurança dos cidadãos usuários dos bancos 24 horas, assunto que não se confunde com aquele. Quanto à Lei Federal, esta trata de segurança em instituições bancárias, que também não se confunde com a segurança de clientes. Por outro lado, segundo o Conselho, a Constituição tratou do tema estabelecendo apenas normas de caráter geral, deixando margem para que as casas legislativas tratassem do assunto quanto às regras específicas de cada localidade. Os julgadores falaram ainda a respeito da condição precária dos sistemas de segurança nos bancos do Distrito Federal. "Qualquer iniciativa que vise à garantia dos direitos fundamentais dos moradores do DF está de acordo com a Constituição... A segurança nas agências bancárias do DF é de grande precariedade, à mercê de criminosos que, dia após dia, vêm, descobrindo a fragilidade de nossos sistemas de proteção". Fonte: soleis


 

LINKS - AD DICENDUM

 

NOME SÓ PODE SER MUDADO EM SITUAÇÕES EXTRAORDINÁRIAS

 

O nome da pessoa, que compreende o prenome e o sobrenome, só pode ser mudado em situações extraordinárias, como no caso de nomes vexatórios ou para excluir nome de ascendente em casos extremos. Ao adotar este entendimento, a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás acompanhou o voto do relator, desembargador Vítor Barboza Lenza, e negou provimento à apelação cível interposta por Izabel Cristina Gratão Monteiro contra sentença proferida pelo juiz José Cássio de Sousa Freitas, da comarca de Ipameri, que julgou improcedente o pedido da ação de retificação de registro civil de pessoa natural proposta por ela. Vítor Lenza adotou parecer da procuradora de justiça Ruth Pereira Gomes, que entendeu ser de foro íntimo o motivo do pedido de mudança do nome. Segundo a procuradora, o nome é imutável para que garanta a identificação, "desaguando assim no princípio da segurança jurídica, que é a maior máxima de uma sociedade organizada, que visa resguardar a mesma dos infortúnios surgidos com a mudança de um nome". Izabel Cristina ajuizou a ação para suprimir de seu nome de casada o patronímico Monteiro, que recebeu de seu marido. Ela argumentou que em seus documentos constam o nome de solteira. Izabel Cristina, quando da separação de seu primeiro casamento voltou a usar o nome de solteira e, posteriormente, ao casar-se novamente adotou o patronímico Monteiro, do novo marido. No voto, Vítor Lenza afirmou que à mulher é facultado acrescer o patronímico de seu marido ou não. A situação está prevista tanto no código civil de 1916 como no atual. Para ele, caso os documentos de Izabel Cristina estivessem trazendo-lhe inconveniente, não teria aceitado a inclusão do sobrenome de seu novo cônjuge. Veja como ficou a ementa do acórdão: "Ação de Retificação de Registro Civil. Exceções Previstas em Norma de Ordem Pública. Ausência dos Requisitos e de Motivos Ensejadores de Modificação. 1. Para modificação de registro civil necessário se faz os requisitos expressamente previstos em lei. 2. A modificação do registro em caso diverso da previsão legal deverá ser comprovada em motivada, a fim de se aferir juízo ao caso concreto, em análise acurada. 3. Deve ser indeferido o pedido de retificação do registro civil, se a requerente não delinear os motivos de foro íntimo e quais as conseqüências que justifiquem a alteração de seu prenome ou apelido de família. Apelação conhecida e improvida. Fonte: E-Jurídico

 

AD IUDICIA

 

ADVOGADO ACUSA MERCK DE TER ESCONDIDO OS RISCOS DO VIOXX POR 10 ANOS

 

O laboratório farmacêutico Merck & Co. Inc. escondeu, durante anos,  evidências clínicas sobre o risco cardíaco do Vioxx, afirmou o advogado Mark Lanier, durante  o primeiro julgamento civil contra o antiinflamatório, nos EUA. "Tivemos uma década de enganação pela Merck", disse, ao encerrar sua argumentação, ontem. O processo está sendo movido, em Angleton (Estado do Texas), por Carol Ernst, viúva de Robert Ernst, que era funcionário do Wal-Mart e corria maratonas. Ele morreu em 2001, aos 59 anos. A autópsia afirmou que Ernst morreu de arritmia, ou irregularidade nos batimentos cardíacos, embora a autora do laudo tenha testemunhado, no julgamento, afirmando acreditar que um enfarte teria causado a morte. O caso foi o primeiro a ir a júri entre os mais de 4.200 processos que já existem contra a Whitehouse Station, a empresa com sede em Nova Jersey que representa o Vioxx. No fim do ano passado, o laboratório criou uma reserva de 675 milhões de dólares para ajudar a cobrir os custos legais.   A Merck tirou o medicamento do mercado em setembro passado, afirmando que estudos mostraram que seu uso prolongado aumentava o risco de enfarte ou de derrame dos pacientes. Durante o julgamento, que já dura seis semanas, o advogado Lanier apresentou documentos internos da Merck que mostraram que alguns dos cientistas da empresa já estavam preocupados com o risco de enfartes muito antes da retirada do remédio das prateleiras. Os estudos da Merck sustentam que o risco aumentado de derrame e enfarte só tinha início depois que os pacientes tomassem o Vioxx por mais de um ano e meio, bem mais que o período em que Ernst tomou a droga, entre seis e oito meses. "Extraído de www.espacovital.com.br". Fonte Espaço Vital

 

SUPERMERCADO DEVE INDENIZAR CLIENTE QUE TEVE MOTO FURTADA

 

Um autônomo teve sua moto furtada do estacionamento de um supermercado e deve ser indenizado pelo estabelecimento. O juiz José Washington Ferreira da Silva, da 20ª Vara Cível, determinou que o supermercado pague ao cliente R$ 16 mil, valor de mercado da moto. Segundo o cliente, em abril de 2004, ele foi até o supermercado, como de costume, para fazer compras. Ele estacionou sua moto em local privativo do estabelecimento, trancando-a com trava original de fábrica. Depois de feitas as compras, voltou ao estacionamento e sua moto não estava mais lá. Imediatamente, comunicou o fato ao setor de segurança do local e à Polícia Militar. De acordo com ele, o supermercado, ao estabelecer local determinado, com delimitações, vigias, câmeras, colocou-se na condição de "depositário voluntário" dos bens de fregueses, "e, como tal, se responsabiliza pelos bens ali deixados, devendo restituí-los aos proprietários nos mesmos moldes em que recebeu". De acordo com o supermercado, "não existe prova alguma de que o furto ocorrera nas dependências do estacionamento". Apesar de o local possuir câmeras de vídeo, nenhuma fita foi apresentada pelo réu para demonstrar que o cliente não estacionara ali. E o Boletim de Ocorrência foi lavrado na mesma data da compra, o que foi comprovado pelo cupom fiscal. Para o juiz, embora funcionando como supermercado, o estabelecimento oferece serviço de estacionamento. Assim, não resta dúvida ser de sua responsabilidade a guarda e segurança dos objetos ali deixados. Segundo ele, o dever de zelo e vigilância é do fornecedor. Fonte: ENDIVIDADO

 

TUDO A MEU FAVOR

 

Mesmo que digam que não sei nada,

Discordo, alguma coisa tenho que saber...

Então de que valeu minha existência?

“Nada” é uma força de expressão mal empregada.

Mesmo que digam que não poderei ter acesso a algum lugar

Não forçarei a barra, vou atrás dos meus direitos ou procurarei

Trabalhar mais para pagar pelo livre acesso...

Mesmo que digam que me amam, questionarei, o que tenho feito

Para merecer tamanho afeto? Tenho cuidado com carinho desse

Sentimento para que o mesmo não venha se sentir desnutrido ou atrofiado?

Mesmo que me olhem de esguelha e minha consciência estiver tranqüila,

Revido o olhar profundo e firme, não sou espelho para almas intranqüilas,

A inveja é ruim só para quem a lança e minha fé me é suficiente!

Mesmo que o mundo queira me confundir com mensagens poluídas

Ruídos horrendos, cenas confusas, informações adulteradas, sensacionalismo...Não poderei responder de impulso, eu pelo menos fui programada, gerada com amor

Embalada em colo de mãe e pai, suguei do leite materno, tive infância, família e não. Poderei me igualar às más influências...

Mesmo que me ofereçam drogas, excitantes e demais subterfúgios para me tirarem de órbita, em sã consciência não aceitarei, a vida é bela vista do meu prisma, com os pés

No chão e um coração tranqüilo!

Mesmo que conviva com seres doentes, pobres de espírito, não me igualarei à eles

Minha genética é diferente e o projeto genoma ainda descobrirá a cura para esses males!

Mesmo que eu erre, normal, próprio de nós, seres humanos, terei a dignidade para me

Redimir e hombridade para pedir perdão!

Assim sendo, tenho tudo a meu favor!

Amo-me, tenho todo o tempo do mundo (restrito à minha existência) para “aprender”, Para adquirir com dignidade e ética meu espaço, uma cabeça para questionar o amor, a Firmeza do olhar, o controle das mãos para mudar os canais, a palavra “não” para me Esquivar das drogas, o discernimento para saber o meu momento de lucidez, enfim, a

Condição de mortal para saber que “nada” é eterno e que facilitamos ou não a nossa própria

Existência!

 

Por: CLÁUDIA TURRA

 

GREENPEACE: FALTA DE RECURSOS NO IBAMA COMPROMETE COMBATE AO FOGO

 

O esgotamento dos recursos disponíveis no Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis para fiscalização ambiental pode levar a novo aumento do desmatamento e da atividade madeireira ilegal na Amazônia. Os R$ 28 milhões destinados este ano à fiscalização se esgotaram na semana passada. Outros R$ 8 milhões permanecem contingenciados e não podem ser gastos. No momento, 12 operações de fiscalização estão em curso na região e deverão ter sua continuidade comprometida. Novas operações não poderão ser realizadas. A notícia chega exatamente no momento em que a exploração madeireira se intensifica e as queimadas na Amazônia aumentam em escala nesta época do ano. Na quarta-feira (17), o site do Inpe - Instituto Nacional de Pesquisas Ambientais apontava 'alta concentração de queimas no norte de Rondônia, divisa dos estados do Acre e Amazonas, e noroeste de Mato Grosso'. Segundo o instituto, 'o risco de fogo previsto é critico para toda a região Centro-Oeste e boa parte do Nordeste, Acre, Rondônia e Sul do Pará e Amazonas. Em várias regiões não chove há 40 dias, a temperatura máxima chega aos 34 graus e a umidade relativa mínima está abaixo dos 30%.' A desobediência à legislação que proíbe as queimadas e a falta de recursos para o Ibama estão entre os fatos documentados pela expedição 'BR-163 - Amazônia: Salvar ou Destruir?', do Greenpeace. Os integrantes da expedição apresentaram nesta quinta-feira (18) nove fotografias que demonstram a histórica ausência de governo na região da estrada, que liga Santarém a Cuiabá. A exposição foi colocada em uma praça no centro de Cuiabá, encerrando as atividades da expedição. 'A falta de recursos para o Ibama fiscalizar é um dos componentes da ausência de governo na região amazônica, que pudemos constatar em nossa expedição pela área de influência da BR-163", afirma Nilo D'Avila, coordenador da expedição. Os ativistas do Greenpeace partiram de Santarém no dia 27 de julho. Durante 23 dias, presenciaram a exploração madeireira sem controle, invasão de unidades de conservação, desmatamento ilegal, queimadas e destruição de castanhais nativos. 'Infelizmente, o esgotamento dos recursos no meio do ano demonstra a falta de prioridade do governo Lula para a questão ambiental. Se o governo não se fizer presente imediatamente, corremos o risco de perder toda a floresta que ainda resta nessa região', afirmou D'Avila. Durante a expedição, o Greenpeace pode constatar também uma queda na atividade madeireira, reflexo de medidas adotadas pelo Ibama e da Operação Curupira. 'O fluxo de madeira ilegal caiu', disse d'Ávila. 'Isso demonstra que, quando age, o governo pode fazer diferença.' O asfaltamento total da rodovia BR-163 é uma das obras prioritárias do governo Lula. Com 1.764 quilômetros de extensão, dos quais cerca de 900 quilômetros não pavimentados, a rodovia liga Cuiabá, capital do Mato Grosso, à cidade portuária de Santarém, no Pará. Em 2002, a parte asfaltada da estrada no Mato Grosso tinha perdido 57% da cobertura florestal na faixa de 50 km de cada lado da estrada. No trecho paraense, não asfaltado, o desmatamento não passava de 9%. O Greenpeace acredita que, antes do asfalto, precisa chegar o governo. O Estado brasileiro deve se fazer presente de forma permanente na Amazônia, através do fortalecimento das instituições como Ibama, Incra e Polícia Federal; da criação e implementação efetiva das áreas protegidas; e da adoção de medidas estruturantes, tais como o apoio à produção familiar e o estímulo a atividades florestais realmente sustentáveis que resultem em um modelo de desenvolvimento que combine proteção ambiental e justiça social para os milhões de brasileiros que vivem na Amazônia. Fonte: AMBIENTE BRASIL

 

A DOENÇA MAIS ANTIGA

 

A doença conhecida mais antiga do mundo é a lepra, cujos primeiros registros datam de 1350 a.C.. Apesar da idade, um tratamento rápido e eficaz contra ela só foi descoberto no início dos anos 80, com o desenvolvimento da poliquimioterapia. A moléstia é causada pela bactéria Mycobacterium leprae, e ataca principalmente os nervos e pele, podendo causar deformações em estágios mais avançados. Devido ao preconceito com o qual a doença é encarada, seu nome foi mudado no Brasil para hanseníase. Fonte: Terra Internet


FRASE DA SEMANA:

Sou um animal com inteligência e extinto humano.

Bruno Calil Fonseca


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